sexta-feira, 8 de junho de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
domingo, 3 de junho de 2012
Gosto de lembrar de quando sentávamos na varanda pra ver a Lua, o céu estrelado.
Sinto saudade de quando sorriamos até acabar a graça, de quando você findava meu sono leve pra segurar a minha mão bem forte. Sinto falta de quando você bagunçava o meu cabelo, de quando você me mordia pra deixar marcas, de quando havia brio e reciprocidade. A gente se entrelaçava com amor, e você sussurrava baixinho, perguntando se aquilo ia durar para sempre.
Eu sempre dizia que sim, que nós seríamos eternos como o céu;
Imagino nós dois ainda, dançando nossa musica, fazendo nossas caretas, relembrando nossos momentos amarantos em mim…
E as vezes ainda fecho meus olhos chorando, desmoronando, só para te ouvir cantar.
Sinto saudade de quando sorriamos até acabar a graça, de quando você findava meu sono leve pra segurar a minha mão bem forte. Sinto falta de quando você bagunçava o meu cabelo, de quando você me mordia pra deixar marcas, de quando havia brio e reciprocidade. A gente se entrelaçava com amor, e você sussurrava baixinho, perguntando se aquilo ia durar para sempre.
Eu sempre dizia que sim, que nós seríamos eternos como o céu;
Imagino nós dois ainda, dançando nossa musica, fazendo nossas caretas, relembrando nossos momentos amarantos em mim…
E as vezes ainda fecho meus olhos chorando, desmoronando, só para te ouvir cantar.
Vou abandonar esse corpo, essa vida; Vou sumir como se nunca tivesse existido. Vou alugar uma brecha de espaço entre o agora e o nunca, vou morar no infinito das dúvidas, na sombra do eterno passageiro, onde o sol nasça uma ver por ano para me tirar a noite, pra me roubar a Lua. E se um dia, por ventura, a vida quiser me visitar, que entre sem bater, vou deixar as janelas abertas, pra que pule logo que possa, bagunce, se esparrame, quebre tudo, mas que fique; E se a ilustre visita for do amor, mande-me cartas avisando sua chegada, telefone, sinal de fumaça, não sei, mas avise, urgentemente, pra que eu possa reforçar as correntes do portão, comprar novos cadeados, fechar as cortinas e apagar todas as luzes antes que escureça… pra que quando ele venha chamar pelo meu nome, ache que não te ninguém em casa, dê as costas, e vá embora sem deixar recados, nem saudade, nem estragos —como sempre foi de costumar fazer.
Chorar pra que ? Não vai adiantar, não vai trazer ninguém de volta, não vai fazer voltar ao tempo. Não vai fazer ninguém lhe pedir desculpas, então vai sorria, afinal sorrir é o melhor remédio,e a melhor respostas para seus inimigos. Levante a cabeça princesa, não deixa a coroa brilhante cair ao chão, seu sorriso é lindo e não gosto de ver meninas lindas chorando assim.
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